13 agosto 2005

Ainda os champôs...

Fontes geralmente bem informadas asseguram-me que há um champô (cuja marca eu não vou dizer, mas posso adiantar que começa por "P" e acaba e "ENE") que, de facto, diz que lava o cabelo.
Conclui-se, portanto, que nenhum outro champô da marca o faz... ou eles fariam questão de o dizer.
Digo eu ;)

10 agosto 2005

Aloé-Vera

Hoje tou ligado à corrente... :p
Vejam só os tipos de produtos que a pesquisa do www.continente.pt por "aloé" me devolveu:

Bebidas ; Ambientadores ; Óleos para Bebé ; Toalhitas para Bebé ; Amaciadores de cabelo ; Champôs de cabelo ; Geles* de banho ; Sprays depilatório ; Desodorizantes ; Pensos diário (!!!) ; Cremes para mãos ; Tónicos ; Iogurtes ; Detergentes para máquina ; Sumos

E isto NUM SITE de UMA cadeia de HIPERMERCADOS.
Imaginem o que não haverá no conjunto de todos os hipermercados, supermercados, mini-mercados, lojas de produtos biológicos, ervanárias e cenas assim...

Pergunta: o que é que o aloé-vera tem de tão especial?
Aquilo é uma espécie de palmeira sem tronco com meia-dúzia de folhas com espinhos.
Que tenha algumas propriedades que possam eventualmente ser benéficas para o ser humano em certas circunstâncias, ainda vá. Mas isto é um exagero.

Para quando a roupa feita com folhas de aloé-verá? Sapatos, calças, cuecas, meias, camisas e camisolas, bonés... sim, um boné feito com folhas de aloé-vera!!!
Só mesmo naquela ;)

* não tenho a certeza sobre o plural de "gel". Fica assim, "geles". Se não for, paciência. :p

Champôs

Já repararam numa coisa?
Olhem para os anúncios dos champôs... para os frascos e caixas dos champôs... vejam bem o paleio.
Dizem-se ideais para cabelos oleosos, secos e assim-assim, encaracolados, lisos, pintados, quebradiços, rebeldes, finos, sem volume, com volume... prometem acabar com a caspa e com as pontas espigadas, prometem dar um pentear fácil ou um cabelo sedoso e brilhante, prometem uma coloração mais duradoura ou fortalecê-lo à pala de proteínas e aminocoisos e complexos caralhovksi-meia-leca-sete... aliás, se procurarmos bem, até somos capazes de encontrar champôs próprios para carecas.
Mas nenhum, repito, NENHUM promete... acabar com a sujidade.
Afinal de contas, para que raios lavamos o cabelo? Não é para eliminar a sujidade? Tudo o resto é cantigas!

É que eu ponho-me a pensar... que eu saiba, no tempo de D. Afonso Henriques não havia essas mariquices de 150 categorias diferentes de champôs. Aliás, não havia champôs e ponto final. Para lavar o cabelo, era a aguinha e pouco mais.
Portanto, se uma personagem tão ilustre como o primeiro rei do fabuloso reino de Portugal não precisava de um champô próprio para as suas pontas espigadas, quem sou eu (eu ou qualquer um de nós) para passar meia hora a escolher a merda do champô mais adequado para as minhas maleitas (?) capilares, e no fim levar praí 15 champôs para casa?

Fica aqui a questão e uma oportunidade de reflexão (ou não)

P.S. - Este post foi sugerido pela minha namorada. Quem diz que fomos feitos um para o outro tem toda a razão... ;)

Restaurantes espanhóis

Das duas uma: ou eu tenho um azar do caraças, ou os restaurantes espanhóis são mesmo maus (admito que haja algumas excepções...).
De todas as minhas refeições feitas em restaurantes espanhóis, as únicas que não se destacaram pela negativa foram em restaurantes de fast-food... na viagem de finalistas. Mas essas refeições não contam para o caso.
E pelos vistos não sou só eu. De facto, a generalidade das pessoas com quem falo que ja comeu em restaurantes espanhóis tem a mesma opinião.
Mistério... os portugueses, por muitos defeitos e feitios esquisitos que tenham, cozinham que é uma maravilha. Claro que há excepções, mas isso é como tudo. Os espanhóis não conseguem aprender nada?

Uma coisa vos digo...
...um dia que tenha algum dinheiro para investir, abro uma cadeia de restaurantes portugueses em Espanha. Comidinha ao nível do que melhor se faz no Minho, serviço rápido (mas não fastfoodiano...) e de qualidade, instalações apetecíveis (os olhos também comem)... querem apostar que em pouco tempo teria um retorno do investimento a dobrar ou a triplicar?